Martins Ambiental - Coleta de Óleo de Cozinha Usado

Contribuindo para a preservação do mundo!

Fórum Social Mundial: Brasil, em mutirão Construído

Por martins • jan 30th, 2010 • Categoria: Notícias

Fórum Social Mundial: Brasil, em mutirão Construído

Por Mario Osava, da IPS - Fonte Mercado Ético

Pôr em marcha uma nova forma de fazer política, com Mecanismos que Permitam à sociedade definir o país que queres Exercer e construir uma democracia direta, é uma tentativa de movimentos sociais reunidos no “Mutirão por um novo Brasil”. Mutirão, palavra de origem indígena que significa um trabalho coletivo de ajuda mútua, em que vizinhos se desemprego para colher ou plantar ou construir uma casa ou um bem público, como uma escola. Esta expressão se estendeu do meio rural a todas as áreas indicar um conjunto para Esforço e cooperativo em qualquer atividade.

As Assembléias Populares são o instrumento escolhido para articular os diferentes movimentos em torno de causas comuns. Esse processo em Ocorre Níveis nacional, estadual e municipal, no mesmo rumo do Fórum Social Mundial. Trata-se de um “amplo” debate que se orienta ao povo e “o povo” sobre “O Brasil que queremos e como construí-lo”, mas de forma horizontal, sem hierarquias que levaram uma fracassos uma, explicou à IPS Joceli Andreoli , um dos coordenadores do Movimento dos afetados por Represas (MAB).

“Os grandes líderes não existem, são um reflexo”, porque por si só não encontradas, ASSUMEM nem quando o governo, Promover transformações no País, já que acabam “servindo ao Estado que é controlado pela burguesia”, afirmou Andreoli. “Somente uma organização popular”, pressionando e participando do poder, pode Promover mudanças, acrescentou. Andreoli era criança quando sua família teve de deixar uma zona rural de Santa Catarina por causa da construção da Central Hidrelétrica de Ita, iniciada em 1987 e terminada e 2000.

Mais de três mil famílias Tiveram que deixar a área, e os que mais lutaram pelos seus direitos foram reassentados na década de 90, recordou o ativista, que atualmente vive em Minas Gerais. O MAB nasceu em 1989 de lutas semelhantes em três Regiões, Sul, Nordeste e Norte, onde foram construidas várias grandes hidrelétricas desde os anos 70, em zonas das Quais foi preciso expulsar os moradores. O movimento estima que em um milhão de famílias afetadas por essas centrais no País, Devido às Inundações NECESSÁRIAS para as represas.

Durante sua luta contra as grandes represas, o MAB fez uma proposta de alternativas energéticas para o Brasil, condena os altos preços que uma população paga pela eletricidade e defende que todas as famílias tenham direito um cem quilowatts mensais grátis. Sua proposta nessa área foi adotada pelo Mutirão. Uma primeira grande Assembléia Popular Nacional aconteceu em outubro de 2005 em Brasília, com oito mil participantes de mais de 40 Organizações, e que concluiu com uma carta aos brasileiros na descrevê qual como causas da “desigualdade e opressão” dominantes e assegura que as assembléias são UMA FORÇA “para construir um Brasil livre, pluriétnico, autônomo, soberano e socialista”.

As Assembléias vêm se repetindo desde então em vários Níveis, em um processo para o qual contribuiu o Fórum Social Mundial, Reconheceu Andreoli. Mas, este movimento nacional teve origem em iniciativas da Igreja Católica, especialmente as Semanas Sociais Brasileiras, campanhas de reflexão e mobilização iniciadas em 1991. A Semana Quarta, um processo de três anos finalizado há dois meses em um Seminário em Brasília, definiu princípios e cobranças do Mutirão. Fortalecer as assembléias e outros fóruns sociais, redes TRABALHAR EM, Promover Meios de Comunicação Alternativa e estimular novos atores e as juventudes urbanas são algumas das orientações.

O “projeto de país” com um construir outras Forças sociais compreenderia Mecanismos de democracia direta, como plebiscitos e referendos para que uma população decida sobre temas-chave. Educação, cultura e saúde como “direitos de todos”, Reforma Agrária e Democratização dos Meios de Comunicação elementos são outros desejado do país. As pastorais sociais da Igreja Católica mantiveram “O Sonho” ea busca de alternativas às crises em meio de partidos e Governos dos anos 90, abrindo espaços para o desenvolvimento de movimentos sociais, recordou Dirceu Fumagalli, coordenador da Comissão Pastoral da Terra, Entidade que se destacou na defesa da reforma agrária e na denúncia da violência no campo.

A articulação atual por um projeto de “novo responde” parte, em Brasil, à frustração das esperanças Criadas pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao começar seu primeiro mandato, em 2003, e que no dia 1 º último iniciou seu segundo mandato. Ficou evidente que “o governo sozinho” não pode resolver os problemas, que um movimento social forte é indispensável para as transformações desejadas, observou Fumagalli à IPS.

Ilusões “Houve, agora há mais consciência”, mas conseguir uma ampla mobilização social exige tempo, vários anos de debates e preparação, já que os Mecanismos de comunicação disponíveis para uma sociedade “são frágeis”, Reconheceu. Por essa razão previu que uma pressão popular será maior agora, nenhum segundo mandato do Presidente Lula. A Igreja Católica teve um importante papel em estimular movimentos sociais OS, em períodos de desmobilização, tem “Porque a paciência Baseada em sua história de dois mil anos”, acrescentou.

A promoção de um clero mais conservador por parte do Vaticano, nas últimas décadas, não desativou entretanto, uma atuação do setor católico progressista em favor dos pobres, favorecida pela credibilidade ea extensa presença dessa Igreja no Brasil. Porém, seus órgãos prestam serviços e dão apoio, “não são movimentos sociais”, por isso a Assembléia Popular deixa de ser apenas iniciativa das pastorais sociais para se converter em um fórum muito mais amplo, explicou Fumagalli.

Também nesse processo como pastorais, que atuavam antes dispersas em áreas como saúde, infância e migração, ampliaram suas visões e reclamar um passaram e propor políticas públicas compreendendo as várias Necessidades, superando, assim, uma específica ação assistencial, disse Fumagalli. A Assembléia Popular aglutina Forças “e lutas”, compreendendo, por exemplo, que uma reforma agrária não é apenas questão rural “, necessitando apoio urbano”, disse Nelson Bison, da Pastoral dos Migrantes. Este ano estão programadas grandes mobilizações das Forças unidas no “Mutirão por um novo Brasil”. Em março se destacará a luta das mulheres e em setembro como manifestações do “Grito dos Excluídos”, obteve Bizon.

Para Andreoli, uma das ações mais mobilizadoras Será um plebiscito informal promovido pelo Movimento para que a cidadania opinar sobre a reestatização da Companhia Vale do Rio Doce, uma das maiores do mundo MINERADORAS, Privatizada na década passada por um preço irrisório, segundo os críticos. Outra campanha de grande potencial popular é a luta pela queda nenhum preço da energia elétrica, muito altos para o uso doméstico, enquanto são subsidiados para as grandes Indústrias de intenso consumo. A população paga para que essas empresas beneficiadas Sejam, Andreoli disse. (IPS / Envolverde)

(Envolverde / IPS)

martins é
Email this author | Todo post por martins

Leave a Reply